Compreendendo as ideias .:………………….?

Pare, olhe, observe e reflita, em instantes seu cerébro será capaz de originar uma ideia.

O que é a Ideia? A ideia é a abstração do novo que está por vir, é o abstrato do objeto que não se enxerga, é a futura personificação e solidificação do necessário. Mas até quando a ideia é necessária? Qual a verdadeira necessidade de se idealizar (verbo provindo da ação da ideia)? E qual a origem da ideia?

A ideia surge como o ato de pensar, pensar em tudo, pensar por pensar, conflitar pensamentos, organizá-los logicamente e abstrair o extrato do mesmo = ideias.

A ideia surge como a necessidade de se propor algo ou melhorar algo ou facilitar processos desenvolvidos.

Será que toda ideia é uma boa ideia? Quantas ideias vemos nas ruas e quantas percebemos ser desnecessárias pois o próprio instrumento que a criou (cerébro) contraria a mesma em seus atos não pensados.

Por exemplo: Quantos semáforos existem pelas ruas? Foi uma boa ideia criar semaforos para controlar o transito, mas do que adianta, sendo que o semáforo mental ainda não foi criado.

Quantas outras ideias colocadas em prática, existem por existir e podemos compreender facilmente pela lógica do pensar, basta conflitar os artefatos envolvidos.

Uma ideia ou várias as ideias devem ser mensuradas e classificadas de acordo com o seu nível de abstração. Ideias que tendem a ser complexas e que propoem mudanças radicais estão fadadas ao fracasso, da mesma maneira geram circunstâncias perigosas e que não podem ser controladas.

Quantos filmes assistimos por aí e que nos dão uma excelente base para compreendermos isto. Quantas são as ideias geradas pelos estudantes universitários e ao mesmo tempo, quão são os projetos militares que utilizam destas ideias.

Enfim uma ideia acaba destruindo outra ideia, podemos compreender as ideias como sendo a evolução da necessidade de se criar o que já não seja suportado mais.

Ideias ao ventos, sentidos atentos,

somos como antenas, somos como somos,

andando por lugares arejados,

observamos o canto dos passáros,

criamos o desejável,

modificamos o inalterável

e se tudo altera,

tudo não é ela

a verdadeira ideia!

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